Em meio a tantas bizarrices, me sobrou o tema cinema e etiqueta. Você certamente deve estar se perguntando “como raios cinema se relaciona com etiqueta?” Assim como tenho certeza que se perguntou o mesmo quando leu os posts anteriores. Não tentarei de forma alguma explicar lógica ou ilogicamente tal relação: seria perda de tempo (não mais do que ler uma coluna minha sobre cinema).
Enfim, indo direto ao que interessa (se é que isso interessa pra alguém), quinta-feira, dia da “proclamação da república” (eba! Adoramos a república! Mas o que é uma república? O que foi a proclamação da república? Dane-se é feriado, isso que importa) fomos eu e Aurélio da Vogue assistir “Leões e Cordeiros”. Tom Cruise, Meryl Streep (lembra dela? A velinha do mal do diabo veste prada) e Redford, todos juntos para fazer um cinema “engajado”. Senador Cruise, com a mentalidade clichê west-point-harvardiana (estamos fazendo o bem, salvando o mundo dos terroristas islâmicos) sendo afrontado pela Streep-jornalista-engajada-com peso na consciência. De outro lado, professor Redford tentando convencer um aluninho inteligente de que ele pode fazer a diferença, quem sabe um futuro senador como nosso amigo Cruise. E no último eixo narrativo dois amigos, de escola e de farda, que vão para o Afeganistão ajudar sua pátria a salvar o mundo do “Eixo do mal”.
Ao meu ver, o filme até possui uma intenção bacana ao criticar o consenso fabricado (como diria o professor Chomsky) que a mídia norte-americana cria todos os dias. Porém o filme descamba para o típico superficialismo, sentimental dos filmes engajados hollywodianos. Sendo a crítica uma mera tentativa de mostrar uma imparcialidade, que nunca existiu e nunca existirá. Estratégia muito utilizada em qualquer obra documental ou artística que procura se mostrar engajada.
Por esses e tantos outros muitos motivos, o filme, no fim das contas, se mostrou extremamente “americano”, no sentido pejorativo da palavra.
Quase ia me esquecendo, preciso falar sobre etiqueta. Sim, minha colega Glorinha Calil vai amar minhas dicas. Vamos falar sobre etiqueta no cinema. Todos sabemos como incomodam aquelas pessoinhas que ficam conversando, fazendo piadinha durante o filme. Por isso, gente, JAMAIS, entenderam bem, jamais fiquem conversando durante o filme. Por mais que o filme seja ruim, esforcem-se um pouquinho, durmam um pouco, mas sem ficar batendo papo né!. Outra coisa gente, não fiquem saindo pra ir no banheiro ou pra comprar pipoca durante o filme, isso também é um horror!
Enfim, indo direto ao que interessa (se é que isso interessa pra alguém), quinta-feira, dia da “proclamação da república” (eba! Adoramos a república! Mas o que é uma república? O que foi a proclamação da república? Dane-se é feriado, isso que importa) fomos eu e Aurélio da Vogue assistir “Leões e Cordeiros”. Tom Cruise, Meryl Streep (lembra dela? A velinha do mal do diabo veste prada) e Redford, todos juntos para fazer um cinema “engajado”. Senador Cruise, com a mentalidade clichê west-point-harvardiana (estamos fazendo o bem, salvando o mundo dos terroristas islâmicos) sendo afrontado pela Streep-jornalista-engajada-com peso na consciência. De outro lado, professor Redford tentando convencer um aluninho inteligente de que ele pode fazer a diferença, quem sabe um futuro senador como nosso amigo Cruise. E no último eixo narrativo dois amigos, de escola e de farda, que vão para o Afeganistão ajudar sua pátria a salvar o mundo do “Eixo do mal”.
Ao meu ver, o filme até possui uma intenção bacana ao criticar o consenso fabricado (como diria o professor Chomsky) que a mídia norte-americana cria todos os dias. Porém o filme descamba para o típico superficialismo, sentimental dos filmes engajados hollywodianos. Sendo a crítica uma mera tentativa de mostrar uma imparcialidade, que nunca existiu e nunca existirá. Estratégia muito utilizada em qualquer obra documental ou artística que procura se mostrar engajada.
Por esses e tantos outros muitos motivos, o filme, no fim das contas, se mostrou extremamente “americano”, no sentido pejorativo da palavra.
Quase ia me esquecendo, preciso falar sobre etiqueta. Sim, minha colega Glorinha Calil vai amar minhas dicas. Vamos falar sobre etiqueta no cinema. Todos sabemos como incomodam aquelas pessoinhas que ficam conversando, fazendo piadinha durante o filme. Por isso, gente, JAMAIS, entenderam bem, jamais fiquem conversando durante o filme. Por mais que o filme seja ruim, esforcem-se um pouquinho, durmam um pouco, mas sem ficar batendo papo né!. Outra coisa gente, não fiquem saindo pra ir no banheiro ou pra comprar pipoca durante o filme, isso também é um horror!
Por fim, terminarei com minhas dicas “culturais”:
Dica de filme: “Leões e cordeiros” (pra que alguém entenda tudo que eu tentei dizer na coluna de hoje)
Dica de música: Garotos Podres – Ditador (“deve ser muito bom ser um ditador!! Ficar o dia todo vendo televisão”)
Notícia do dia: http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art81738,0.htm
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Now playing: Radiohead - Exit Music (For A Film)
via FoxyTunes
4 Comments:
Garotos Podres? Gostaria de ver o que Sr. Bruce diria sobre isso...
O sr.Bruce é um fanfarrão!Eu, como ditador pérpétuo auto-proclamado e aclamado Cretinus Mor do Blog, tomarei minhas providências despóticas!
Muito boa a idéia do "now Playing" Tofu, dess jeito jeito minha coluna não vai ter nada de original...
Diria que "Ditador" é tão boa música quanto "Xuxa e os Duendes" é bom cinema.
Melhor dizendo, não são.
Achei que faltou dizer que celular no cinema é o ô, nem pensar, MESMO!
Acho que é Gloria Kalil é com K :/
Mas gostei da crítica do filme, ficou bem escrita...
(quem me chamou pra vir aqui foi o Paulinho Luxo que pelo que vejo mudou o pseudonimo, ops!)
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